29 de abr de 2011

Os superesportivos brasileiros


O Brasil é um país dominado por carros populares, aqueles que possuem um motor econômico e quase nenhum tipo de conforto, vistos apenas como um meio de transporte. Carros mais potentes e que geram algum prazer à direção ao motorista são privilegio de poucos endinheirados.
O número de carros milionários rodando pelas ruas brasileiras não para de crescer, resultado da melhora da economia e da disposição dos possíveis compradores fecharem negócio. Com o mercado de carros superesportivos em alta, nada mais natural do que o surgimento de novos modelos e investimentos na área.

Empresários brasileiros resolveram investir no segmento e o resultado pode ser visto no último Salão do Automóvel, o Rossin-Bertin Vorax. O modelo que promete ser o primeiro superesportivo produzido no país foi um grande sucesso durante o evento, seu desenho agressivo e sua parte mecânica digna de carros de competição são os grandes trunfos do modelo.

Com um motor derivado da BMW M5 montado sobre um chassi de alumínio o carro chega a gerar até 750 cavalos (versão topo de linha que vem equipada com turbocharger). Desempenho estimado para a versão mais nervosa: aceleração de 0 a 100 km/h em 3,6 segundos, e uma inacreditável velocidade máxima de 372 km/h.

Outro destaque do Vorax é a grande utilização da fibra de carbono, material que reduz muito o peso final da máquina. O interior do carro ainda gera algumas discursões, mas são pequenos detalhes que logo serão resolvidos.

A fabrica responsável pela produção do Vorax esta localizada em Santa Catarina e tem uma previsão de fazer até 300 modelos nos primeiros 5 anos de vida do projeto. Lembrando que o valor estimado do bólido é de 700 mil reais.

Existe um outro superesportivo nacional em um avançado estágio de projeto, o Amoritz GT DoniRosset. O modelo idealizado pela companhia Amotitz GT ainda não possui um protótipo completo montado, mas segundo estimativas dos engenheiros o bólido terá 1007 cavalos e seu combustível será o álcool brasileiro.

O motor do DoniRosset é o mesmo do Dodge Viper, o V10 de 8,4 litros, mas com uma preparação para chegar à marca dos mil cavalos. A fabrica informa que apenas 50 unidades serão produzidas, com um prazo de espera de 2 anos. O valor do carro não é muito animador, cerca de 2 milhões de reais.

Existem esportivos brasileiros mais acessíveis no mercado, um bom exemplo é o Lobini H1. O carro que possui uma mecânica baseada nos motores do Golf GTI, com 193 cv após algumas melhoras, e possui um chassi tubular aliado a uma carroceria de fibra de vidro.

O pequeno carro tem um desempenho muito bom para seu porte, porém seu preço não é muito amigável. Um modelo novo pode chegar a custar 180 mil reais, preço de muitos outros esportivos importados com tradição no mercado.

Um superesportivo nacional é um sonho antigo de todo brasileiro fanático por carros, e felizmente o sonho parece que vai virar realidade. Agora resta ficar na expectativa até que os primeiros modelos comecem a rodar pelas ruas sem deixar nada a desejar em relação aos seus concorrentes importados.

2 comentários:

  1. não ta feio esses carros tinha q ter uma coisa assim mais chamativa uma frente bela neh carros horriveis

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  2. os carros nao sao tao feios ..sao simplismente exagerados pra chamarem a atenção...mas poderian ser mais belos...e porq nao um motor feio e desenvolvido no brasil..tanto engenheiro ae....e eles nao sabem fazer um motor..a por isso eu fico puto...

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